Reticências

Rapidinha!

Minha vida tá tão louca, que acabei deixando isso aqui às moscas..
Por favor, me descuuuuulpeeeeemmm!!

Nova fase!

É! Muitas coisas novas!

Parece que minha vida, finalmente, recomeçou a andar!

Esse post é assim, mesmo! Curtinho!
Só pra dizer que tô viva!

Mas, em breve, notícias quentinhas!

Que momento!

É...
Posso dizer que estou passando por um dos momentos mais toscos da minha vida. Bom... pelo menos, dos que vivi até agora!
Não gosto de reclamar muito, porque acredito que, além de não resolver os problemas, isso ainda arrasta mais a gente pra baixo. Só que, ultimamente... mas, vamos deixar isso pra lá!

O lado bom dessa "coisa" toda é que tenho tido mais tempo pra prestar e dar atenção às pessoas. Meus amigos, principalmente.

E tenho aprendido e descoberto tantas coisas novas. Coisas que estavam ali o tempo todo, mas que eu nunca tinha percebido.

Agora, me fiz uma promessa: mesmo quando eu estiver ocupada demais com as coisas do dia a dia, que a gente é obrigada a fazer, mesmo que o retorno esperado não venha ou não tragam a mínima satisfação, vou me permitir dedicar mais tempo pra prestar atenção nessas coisas.

ô post sem nexo! Desculpe-me, quem estiver lendo isso! Se é que tem alguém lendo!

Bom, o que importa é que ele é dedicado a pessoas muito queridas, que, se estiverem lendo, sabem quem são!

E são criaturinhas muito especiais... graças a eles, agora sei que existe uma relação entre as árvores e os irritantes barulhos urbanos. Além de elas também terem alguma coisa a ver com ratos e sapatos velhos...

E vou contar um pequeno segredo: não importa o que dizem sobre fotossíntese... é tudo mentira! E das boas... heheheheh...

Mais uma vez, desculpem! Não dá pra entender, mesmo!

Sem inspiração!

Ultimamente, não tenho conseguido encontrar inspiração. Não que não aconteçam milhares de coisas que poderiam ser transformadas em idéias interessantes. O problema é o desânimo...
mas passa! Tem que passar!

Pois é...

Tantas mudanças radicais ao mesmo tempo estão me deixando meio tonta. Algumas delas, claro, pra melhor. Já outras...
Bom, o importante é que o “grande dia” foi maravilhoso. Estavam todos lá. Os melhores amigos, a família, os melhores colegas. Dos últimos, vários apenas assistiram ao “espetáculo” que foi só uma prévia do que vai acontecer também com eles, em breve.
Confesso que me sinto perdida, não sei bem o que fazer. A única certeza agora é a batalha na qual acabo de entrar. Espero ter sucesso. Ao menos ficar bem, feliz. Que coisa clichê... mas acho que, no fundo, é o que todo mundo quer.
Aos amigos que compartilham comigo, a cada dia, todos esses momentos, meu obrigada!
Sobre a formatura, especificamente, não posso deixar de comentar o “Lutem, lutem, lutem!” do Robson que, com toda a certeza, vai ficar na história. Aliás, de todos os formandos, esse menino merece destaque pela quantidade de risadas que provocou. Começando pelo episódio da balinha de menta na fila... rsrsrsrs... mas essa eu não vou contar...
Sem contar as fotos, que devem ter ficado, no mínimo, engraçadas. Língua de fora. Plaquinha de jabá do Big. Os canudos, que serviram de baquetas pra bater nos brindes, que demoramos muitos minutos pra descobrir o que eram. Teve também a dancinha no final, que também deve entrar na listinha dos micos.
É... impossível esquecer... depois de bons anos de diversão e descobertas, o encerramento não poderia ser diferente... e já bate a saudade!

Malditas reticências!

Ultimamente, não tenho conseguido evitar as reticências.

Não só na escrita, não. Elas invadiram também os meus pensamentos, minhas ações. É uma onda de incerteza e insegurança, dessas que, por mais que a gente tente, não consegue fugir. Dúvidas, dúvidas, dúvidas... café, Keane e reticências... muitas reticências...

Aquela... do elevador

De todas as cenas que já protagonizei envolvendo elevadores, essa, com certeza, é uma das mais malucas!
Adianto que não tenho nada contra elevadores, tampouco contra ascensoristas. Nada disso. Acontece que, ultimamente, apesar de precisar de ambos todos os dias, meus sobe-desce têm sido uma verdadeira aventura.

Bom... há algumas semanas, precisei entrevistar um colega que trabalha no 12º andar do prédio. Como meu setor, a Assessoria de Comunicação, fica no 4º andar, obviamente, subi de elevador. Até então, tudo tranqüilo.

O problema foi a volta. Eu levava uma mini garrafa térmica vazia, de 700 ml, mais ou menos. Chamei o elevador e, para minha surpresa, já que eles demoram aaaaanos para chegar ao andar onde a gente está, em poucos segundos, abre-se a porta. Eu já ia, toda feliz, entrando no dito cujo, quando a ascensorista, uma velhinha que fala sozinha e merecia um post só pra ela, foi logo me barrando:

- Não pode descer. Precisa chamar o elevador de carga!

E eu, quase rindo, pensei que ela estivesse brincando, mesmo levando em conta a expressão extremamente séria em seu rosto:

- Ah, é...

Ela repetiu, dessa vez, parecendo irritada. E acrescentou:

- Com a garrafa, não posso te levar. Tem que chamar o elevador de carga! Depois, eu desço contigo e dá problema!
EU: mas, meu Deus, é uma mini garrafa V-A-Z-I-A!
ELA: não interessa! Tem que chamar C-A-R-G-A!
EU (não acreditando no que estava acontecendo, mas, enfim... se não pode, não pode): tudo bem. Vou chamar então!
ELA: é, chama.

E ficou ali. Parada, olhando pra mim, sem esboçar reação alguma.

EU: tudo bem!
ELA (parada feito uma parede de concreto): aham...
EU (calmamente): para que eu possa chamar o elevador de carga, preciso que a senhora saia do andar.
ELA (ainda com cara de songa-monga): eu não posso sair daqui se ninguém chamar elevador em outro andar!
EU (quase chorando... de raiva): mas, pelo amor de Deus! Eu preciso trabalhar! Não posso ficar a tarde toda esperando que alguém chame um bendito elevador em outro andar, pra que a senhora saia daqui e só então eu poder chamar essa porcaria de carga e esperar mais meia hora até que ele chegue!
ELA (balançando a cabeça): não vou sair! Não vou sair!

Quando eu já estava prestes a lançar a garrafa nela, felizmente, um colega, sem “carga” nas mãos, apareceu e tirou aquele trasgo dali! Aí, eu desci! E (pasmem!) em um outro elevador social! Com toda aquela carga! Vai entender...

Todos choram

É óbvio. Não existe nada mais humano do que chorar. Nem errar é tão humano.
Lembrei, enquanto a gente andava pelos corredores vazios, que sumiam tão rápido à nossa frente e pareciam cada vez maiores atrás de nós, de todas aquelas risadas sem motivo. Conversando sobre coisas tão bobas, como uma fala de algum personagem de desenho animado.

E todas as vezes que a gente saía correndo por aqueles mesmos corredores? Eles pareciam tão estreitos. Quase nos sufocavam.

Os recados, as idéias brilhantes, que hoje continuam parecendo não fazer sentido. E todas aquelas vezes em que a gente sentava naquelas cadeiras de plástico, só pra ficar cantando ou pra matar tempo, mesmo.
Muitos momentos. Discussões. Amizades. Saudades.

Por isso... por tudo isso, chorei ontem... apesar de tudo o que virá de bom, o fim é sempre triste...